20 de novembro de 2008

Manos

Quando crianças sentiamos a cumplicidade nos olhares brincadeiras as broncas No sentar para comer, as fantasias próprias da idade.Horas de cochicho na cama até pegar no sono.Fomos crescendo junto, o peso da responsabilidade distanciamento outros quereres planos que se traçam se frustram sonhos que ficam perdidos na memória Olhar longe com receio de cruzar os olhares.Se perdendo no muito em fazer.Que o meu entardecer seja o seu amanhecer,só que esse sol é o mesmo eu sou a mesma.Toda vez que ver uma rosa saiba que ela simboliza o amor esse meu irmão que sinto por você.Quando sentir uma brisa leve sou eu a te abraçar Ao olhar pro mar ele estiver revolto é a saudade dentro do meu peito.A distância é um detalhe.O pulsar do coração a esperança de alcançar o sucesso.A chegada é a alegria de ver um irmão a casa retornar.

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